Quarta-feira, Agosto 18, 2004
Só mesmo nos EUA
Café para gatos foi inaugurado em Nova Iorque
O Meow Mix Café, um bar para gatos, foi inaugurado na terça-feira em Nova Iorque e estará aberto até ao dia 21 de Setembro em fase experimental, noticia a CNN.
A iniciativa surgiu depois de se ter constatado que existem mais de dois milhões de gatos de estimação na cidade e nenhum lugar onde os seus donos os possam levar para comer fora.
Os menus do Meow Mix Cafe oferecem diversas opções de pratos aos animais e aos donos que os acompanham. Contudo para entrar no local há uma regra: os animais devem estar com coleira.
Se o bar tiver boa afluência durante a fase experimental, que durará até dia 21 de Setembro, os planos dos administradores são de abrir outros bares nos EUA ou manter pequenos bares móveis que circulem por todo o país.
O Meow Mix Café, um bar para gatos, foi inaugurado na terça-feira em Nova Iorque e estará aberto até ao dia 21 de Setembro em fase experimental, noticia a CNN.
A iniciativa surgiu depois de se ter constatado que existem mais de dois milhões de gatos de estimação na cidade e nenhum lugar onde os seus donos os possam levar para comer fora.
Os menus do Meow Mix Cafe oferecem diversas opções de pratos aos animais e aos donos que os acompanham. Contudo para entrar no local há uma regra: os animais devem estar com coleira.
Se o bar tiver boa afluência durante a fase experimental, que durará até dia 21 de Setembro, os planos dos administradores são de abrir outros bares nos EUA ou manter pequenos bares móveis que circulem por todo o país.
Já voltei de férias...
Pois já estou de volta! Mas fica aquela sensação de que as férias foram muito curtas...! Estive longe, isolada, numa quinta onde não existia televisão nem rede nos telemóveis! Como foi bom isolar-me do mundo! Ficar longe dos noticiários, dos telemóveis, do mundo de todos os dias...!
Quarta-feira, Julho 28, 2004
Férias
Hoje vou de férias... E quando faço férias nem me aproximo de computadores, nets e afins...! Assim despeço-me e até ao meu regresso dia 16 de Agosto.
Terça-feira, Julho 27, 2004
Fogos - Placas que ameaçam - Vai arder tudo, daqui a Alcoutim!
Como sabemos os fogos continuam activos e ameaçadores como nunca; principalmente no Algarve!
Acredito que estes fogos não são obra do acaso, existe mão criminosa e doentia...! Ontem em passeio pela serra relataram a uma pessoa amiga que existem placas na Serra do Barranco do Velho que ameaçam que o fogo vai ser posto e vai destruir tudo desde a serra referida até Alcoutim!
Dizem os naturais da serra que quem ameaça está contra a existência de zonas de caça associativa!
Eu diria que estas mentes criminosas estão doentes! Para além da prevenção estas pessoas que colocam fogo têm que ser apanhadas e punidas...!
Acredito que estes fogos não são obra do acaso, existe mão criminosa e doentia...! Ontem em passeio pela serra relataram a uma pessoa amiga que existem placas na Serra do Barranco do Velho que ameaçam que o fogo vai ser posto e vai destruir tudo desde a serra referida até Alcoutim!
Dizem os naturais da serra que quem ameaça está contra a existência de zonas de caça associativa!
Eu diria que estas mentes criminosas estão doentes! Para além da prevenção estas pessoas que colocam fogo têm que ser apanhadas e punidas...!
Sexta-feira, Julho 23, 2004
Será que a promessa da ida de Ministérios e Secretarias de Estado para outros pontos do país é mesmo para cumprir?
O autarca social-democrata Carlos Encarnação afirmou hoje que a instalação da Secretaria de Estado da Administração Local (SEAL) em Coimbra, que lhe foi comunicada pelo primeiro-ministro, reforça o papel da cidade como símbolo do poder local.
«O Governo rendeu-se a Coimbra em relação ao poder local», afirmou o presidente da Câmara local em declarações à Agência Lusa, ao confirmar a transferência para a cidade desta secretaria de Estado, tutelada por José Cesário.
«O Governo rendeu-se a Coimbra em relação ao poder local», afirmou o presidente da Câmara local em declarações à Agência Lusa, ao confirmar a transferência para a cidade desta secretaria de Estado, tutelada por José Cesário.
E assim vai a justiça em Portugal...!
Saiu hoje no http://www.portugaldiario.iol.pt um artigo interessante que mais uma vez vem confirmar o estado calamitoso em que se encontra a justiça em Portugal; entre outros exemplos:
- Sentenças que demoram mais de 20 anos.;
- Filhos que continuam a viver com a mãe que alegadamente os terá violado;
- um caso que remonta a 1979 e demorou 23 anos até que a decisão judicial desse razão ao queixoso;
- um acidente que ocorreu há mais de 30 anos. O caso fala por si: «Além dos 19 anos que demorou a resolver a acção cível, neste novo processo administrativo já lá vão mais de oito anos sem que haja sequer despachos saneados. Desde o acidente já faleceram advogados, testemunhas e dois dos três lesados», conta um dos advogados do processo;
- as acções que entraram em 2003 nos tribunais têm julgamentos marcados para 2005 e, em alguns casos, para 2007.
- Sentenças que demoram mais de 20 anos.;
- Filhos que continuam a viver com a mãe que alegadamente os terá violado;
- um caso que remonta a 1979 e demorou 23 anos até que a decisão judicial desse razão ao queixoso;
- um acidente que ocorreu há mais de 30 anos. O caso fala por si: «Além dos 19 anos que demorou a resolver a acção cível, neste novo processo administrativo já lá vão mais de oito anos sem que haja sequer despachos saneados. Desde o acidente já faleceram advogados, testemunhas e dois dos três lesados», conta um dos advogados do processo;
- as acções que entraram em 2003 nos tribunais têm julgamentos marcados para 2005 e, em alguns casos, para 2007.
Quinta-feira, Julho 22, 2004
E já está...!
PE/Comissão: Durão Barroso eleito presidente....
Estrasburgo, França, 22 Jul (Lusa) - José Manuel Durão Barroso foi hoje eleito presidente da Comissão Europeia com 413 votos a favor e 251 contra dos eurodeputados do Parlamento Europeu (PE), reunidos em Estrasburgo.
Quarenta e quatro eurodeputados abstiveram-se ou votaram em branco num total de 711 votantes, tendo sido considerados 664 votos expressos e três nulos.
Desta forma, Barroso conseguiu a maioria necessária dos votos expressos para ser confirmado como sucessor de Romano Prodi à frente dos destinos do executivo comunitário, funções que assumirá a partir de 01 de Novembro.
Durão Barroso foi indigitado presidente da Comissão Europeia pelos chefes de Estado e de Governo da União Europeia a 29 de Junho, mas necessitava do aval dos eurodeputados do PE, que é vinculativo.
O anúncio dos resultados no hemiciclo europeu deu origem a um episódio cómico porque Durão Barroso "desapareceu" do hemiciclo e os eurodeputados tiveram que esperar que chegasse para ser anunciado o resultado.
"Temos a obrigação de cortesia de esperar, mas não podemos fazê-lo de forma indefinida", afirmou o presidente do PE, Josep Borrel, que perguntou por várias vezes: "Alguém sabe onde está Durão Barroso?".
Os eurodeputados chegaram mesmo a bater palmas e nas mesas para chamar o ex-primeiro-ministro ao plenário, que acabou por chegar alguns minutos depois.
Depois de anunciar a eleição de Durão Barroso, Josep Borrel convidou-o a proceder à escolha dos candidatos para os "distintos cargos" dentro da Comissão Europeia.
A eleição de Durão Barroso foi feita com uma maioria confortável e, apesar de o voto ser secreto e não se conhecer a opinião de cada um, os votos a favor terão vindo dos deputados do Partido Popular Europeu (268) e da União para a Europa das Nações (27).
A maioria dos 200 socialistas votou contra, mas muitos, sobretudo os deputados dos países cujos governos deram o apoio a Barroso, como os espanhóis e britânicos, terão votado a favor.
Os 12 eurodeputados do PS tinham afirmado que não inviabilizariam a eleição de Durão Barroso por se tratar de um conterrâneo, mas não esclareceram se a tendência foi o "sim" ou a abstenção.
A maioria dos 88 liberais votou igualmente a favor do nome de Barroso, depois de terem visto as três reivindicações atendidas: a garantia de que a próxima Comissão não terá "super" comissários com mais poderes do que os restantes, que haverá um equilíbrio entre homens e mulheres no executivo comunitário e que a presidência primara pela transparência.
Entre os votos contra estão os dos 42 dos Verdes, os 41 da Esquerda Unida e os 33 dos eurocépticos da Independêndia e Democracia - total de 116.
Barroso tinha pedido o maior apoio possível do PE, argumentando que tal daria à Comissão força para "dizer não" aos grandes países.
Estrasburgo, França, 22 Jul (Lusa) - José Manuel Durão Barroso foi hoje eleito presidente da Comissão Europeia com 413 votos a favor e 251 contra dos eurodeputados do Parlamento Europeu (PE), reunidos em Estrasburgo.
Quarenta e quatro eurodeputados abstiveram-se ou votaram em branco num total de 711 votantes, tendo sido considerados 664 votos expressos e três nulos.
Desta forma, Barroso conseguiu a maioria necessária dos votos expressos para ser confirmado como sucessor de Romano Prodi à frente dos destinos do executivo comunitário, funções que assumirá a partir de 01 de Novembro.
Durão Barroso foi indigitado presidente da Comissão Europeia pelos chefes de Estado e de Governo da União Europeia a 29 de Junho, mas necessitava do aval dos eurodeputados do PE, que é vinculativo.
O anúncio dos resultados no hemiciclo europeu deu origem a um episódio cómico porque Durão Barroso "desapareceu" do hemiciclo e os eurodeputados tiveram que esperar que chegasse para ser anunciado o resultado.
"Temos a obrigação de cortesia de esperar, mas não podemos fazê-lo de forma indefinida", afirmou o presidente do PE, Josep Borrel, que perguntou por várias vezes: "Alguém sabe onde está Durão Barroso?".
Os eurodeputados chegaram mesmo a bater palmas e nas mesas para chamar o ex-primeiro-ministro ao plenário, que acabou por chegar alguns minutos depois.
Depois de anunciar a eleição de Durão Barroso, Josep Borrel convidou-o a proceder à escolha dos candidatos para os "distintos cargos" dentro da Comissão Europeia.
A eleição de Durão Barroso foi feita com uma maioria confortável e, apesar de o voto ser secreto e não se conhecer a opinião de cada um, os votos a favor terão vindo dos deputados do Partido Popular Europeu (268) e da União para a Europa das Nações (27).
A maioria dos 200 socialistas votou contra, mas muitos, sobretudo os deputados dos países cujos governos deram o apoio a Barroso, como os espanhóis e britânicos, terão votado a favor.
Os 12 eurodeputados do PS tinham afirmado que não inviabilizariam a eleição de Durão Barroso por se tratar de um conterrâneo, mas não esclareceram se a tendência foi o "sim" ou a abstenção.
A maioria dos 88 liberais votou igualmente a favor do nome de Barroso, depois de terem visto as três reivindicações atendidas: a garantia de que a próxima Comissão não terá "super" comissários com mais poderes do que os restantes, que haverá um equilíbrio entre homens e mulheres no executivo comunitário e que a presidência primara pela transparência.
Entre os votos contra estão os dos 42 dos Verdes, os 41 da Esquerda Unida e os 33 dos eurocépticos da Independêndia e Democracia - total de 116.
Barroso tinha pedido o maior apoio possível do PE, argumentando que tal daria à Comissão força para "dizer não" aos grandes países.
Quarta-feira, Julho 21, 2004
São estes os Secretários de Estado!
Para quem conhece o percurso profissional e formação académica de alguns destes secretários de Estado perguntará como podem os mesmos contribuir positivamente para um bom desempenho dos seus respectivos Ministérios?
Lista dos secretários de Estado do XVI Governo Constitucional, chefiado por Pedro Santana Lopes:
Faltam designar dois secretários de Estado: um no Ministério da Defesa e outro no Ministério da Saúde).
Ministério das Actividades Económicas e do Trabalho.
Secretário de Estado-Adjunto e do Trabalho, Luís Miguel Paes Antunes.
Secretário de Estado do Desenvolvimento Económico, Manuel Correa de Barros de Lencastre.
Secretária de Estado da Indústria, Comércio e Serviços, Maria da Graça Ferreira Proença de Carvalho.
Ministério da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar.
Secretária de Estado-Adjunta e dos Antigos Combatentes, Teresa Margarida Figueiredo de Vasconcelos Caeiro.
Secretário de Estado para os Assuntos do Mar, Nuno Maria Fernandes Pinto Magalhães Thomaz.
Ministério da Presidência do Conselho de Ministros.
Secretário de Estado-Adjunto do Ministro da Presidência, Feliciano José Barreiras Duarte.
Ministério das Finanças e da Administração Pública.
Secretário de Estado do Orçamento, Manuel Ferreira Teixeira.
Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Orlando Pinguinha Caliço.
Secretário de Estado do Tesouro e das Finanças, Luís Miguel Gubert Morais Leitão.
Secretária de Estado da Administração Pública, Sofia de Sequeira Teixeira Galvão.
Ministério dos Negócios Estrangeiros e das Comunidades Portuguesas.
Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Henrique José Praia da Rocha de Freitas.
Secretário de Estado dos Assuntos Europeus, Mário Henrique de Almeida Santos David.
Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Carlos Alberto Silva Gonçalves.
Ministério da Administração Interna.
Secretário de Estado-Adjunto do ministro da Administração Interna, António Paulo Martins Pereira Coelho.
Secretário de Estado da Administração Interna, Nuno Miguel Miranda de Magalhães.
Ministério das Cidades, Administração Local, Habitação e Desenvolvimento Regional.
Secretário de Estado da Administração Local, José de Almeida Cesário.
Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, José Eduardo Rego Mendes Martins.
Ministério da Justiça.
Secretário de Estado-Adjunto do Ministro da Justiça, Paulo Artur dos Santos Castro de Campos Rangel.
Secretário de Estado da Justiça, Miguel Bento Martins da Costa Macedo e Silva.
Secretário de Estado da Administração Judiciária, António Alberto Rodrigues Ribeiro.
Ministério da Agricultura, Pescas e Florestas.
Secretário de Estado-Adjunto do Ministro da Agricultura, Pescas e Florestas, Carlos Manuel Duarte de Oliveira.
Secretário de Estado da Agricultura e Alimentação, David Ribeiro de Sousa Geraldes.
Secretário de Estado das Florestas, Luís António de Pires Pinheiro.
Ministério da Educação.
Secretário de Estado-Adjunto e da Administração Educativa, José Manuel de Albuquerque Portocarrero Canavarro.
Secretário de Estado da Educação, Diogo Nuno de Gouveia Torres Feio.
Ministério da Ciência e do Ensino Superior.
Secretário de Estado da Ciência e Inovação, Pedro Miguel Santos de Sampaio Nunes.
Ministério da Saúde.
Secretária de Estado da Saúde, Regina Maria Pinto da Fonseca Ramos Bastos.
Ministério da Segurança Social, da Família e da Criança.
Secretária de Estado-Adjunta do Ministro da Segurança Social, da Família e da Criança, Maria do Rosário Cardoso Águas.
Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações.
Secretário de Estado-Adjunto e das Obras Públicas, Jorge Fernando Magalhães da Costa.
Secretário de Estado dos Transportes e Comunicações, Jorge Manuel Martins Borrego.
Ministério da Cultura.
Secretário de Estado-Adjunto da Ministra da Cultura, José Manuel Amaral Lopes.
Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território.
Secretário de Estado-Adjunto do Ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território, Jorge Manuel Lopes Moreira da Silva.
Lista dos secretários de Estado do XVI Governo Constitucional, chefiado por Pedro Santana Lopes:
Faltam designar dois secretários de Estado: um no Ministério da Defesa e outro no Ministério da Saúde).
Ministério das Actividades Económicas e do Trabalho.
Secretário de Estado-Adjunto e do Trabalho, Luís Miguel Paes Antunes.
Secretário de Estado do Desenvolvimento Económico, Manuel Correa de Barros de Lencastre.
Secretária de Estado da Indústria, Comércio e Serviços, Maria da Graça Ferreira Proença de Carvalho.
Ministério da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar.
Secretária de Estado-Adjunta e dos Antigos Combatentes, Teresa Margarida Figueiredo de Vasconcelos Caeiro.
Secretário de Estado para os Assuntos do Mar, Nuno Maria Fernandes Pinto Magalhães Thomaz.
Ministério da Presidência do Conselho de Ministros.
Secretário de Estado-Adjunto do Ministro da Presidência, Feliciano José Barreiras Duarte.
Ministério das Finanças e da Administração Pública.
Secretário de Estado do Orçamento, Manuel Ferreira Teixeira.
Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Orlando Pinguinha Caliço.
Secretário de Estado do Tesouro e das Finanças, Luís Miguel Gubert Morais Leitão.
Secretária de Estado da Administração Pública, Sofia de Sequeira Teixeira Galvão.
Ministério dos Negócios Estrangeiros e das Comunidades Portuguesas.
Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Henrique José Praia da Rocha de Freitas.
Secretário de Estado dos Assuntos Europeus, Mário Henrique de Almeida Santos David.
Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Carlos Alberto Silva Gonçalves.
Ministério da Administração Interna.
Secretário de Estado-Adjunto do ministro da Administração Interna, António Paulo Martins Pereira Coelho.
Secretário de Estado da Administração Interna, Nuno Miguel Miranda de Magalhães.
Ministério das Cidades, Administração Local, Habitação e Desenvolvimento Regional.
Secretário de Estado da Administração Local, José de Almeida Cesário.
Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, José Eduardo Rego Mendes Martins.
Ministério da Justiça.
Secretário de Estado-Adjunto do Ministro da Justiça, Paulo Artur dos Santos Castro de Campos Rangel.
Secretário de Estado da Justiça, Miguel Bento Martins da Costa Macedo e Silva.
Secretário de Estado da Administração Judiciária, António Alberto Rodrigues Ribeiro.
Ministério da Agricultura, Pescas e Florestas.
Secretário de Estado-Adjunto do Ministro da Agricultura, Pescas e Florestas, Carlos Manuel Duarte de Oliveira.
Secretário de Estado da Agricultura e Alimentação, David Ribeiro de Sousa Geraldes.
Secretário de Estado das Florestas, Luís António de Pires Pinheiro.
Ministério da Educação.
Secretário de Estado-Adjunto e da Administração Educativa, José Manuel de Albuquerque Portocarrero Canavarro.
Secretário de Estado da Educação, Diogo Nuno de Gouveia Torres Feio.
Ministério da Ciência e do Ensino Superior.
Secretário de Estado da Ciência e Inovação, Pedro Miguel Santos de Sampaio Nunes.
Ministério da Saúde.
Secretária de Estado da Saúde, Regina Maria Pinto da Fonseca Ramos Bastos.
Ministério da Segurança Social, da Família e da Criança.
Secretária de Estado-Adjunta do Ministro da Segurança Social, da Família e da Criança, Maria do Rosário Cardoso Águas.
Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações.
Secretário de Estado-Adjunto e das Obras Públicas, Jorge Fernando Magalhães da Costa.
Secretário de Estado dos Transportes e Comunicações, Jorge Manuel Martins Borrego.
Ministério da Cultura.
Secretário de Estado-Adjunto da Ministra da Cultura, José Manuel Amaral Lopes.
Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território.
Secretário de Estado-Adjunto do Ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território, Jorge Manuel Lopes Moreira da Silva.
Terça-feira, Julho 20, 2004
Para quem anda na faixa dos 30 anos recordar
Nuno Markl "O homem que mordeu o cão"
Em conversa com o irmão mais novo de um amigo, cheguei a uma triste
conclusão. A juventude de hoje, na faixa que vai até aos 20 anos, está
perdida. E está perdida porque não conhece os grandes
valores que orientaram os que hoje rondam os trinta.
O grande choque, entre outros nessa conversa, foi quando lhe falei no Tom
Sawyer. "Quem? " , perguntou ele. Quem?! Ele não sabe quem é o Tom Sawyer!
Meu Deus... Como é que ele consegue viver com ele mesmo?
A própria música: " Tu que andas sempre descalço, Tom Sawyer, junto ao rio a
passear, Tom Sawyer, mil amigos deixarás, aqui e além... " era para ele como
o hino senegalês cantado em mandarim.
Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não
conhece outros ícones da juventude de outrora.
O D'Artacão, esse herói canídeo, que estava apaixonado por uma caniche;
Sebastien et le Soleil, combatendo os terríveis Olmecs;
Galáctica, que acalentava os sonhos dos jovens, com as suas naves
triangulares;
O Automan, com o seu Lamborghini que dava curvas a noventa graus;
O mítico Homem da Atlântida, com o Patrick Duffy e as suas membranas no meio
dos dedos;
A Super-Mulher, heroína que nos prendia à televisão só para a ver mudar de
roupa (era às voltas, lembram-se?);
O Barco do Amor, que apesar de agora reposto na Sic Radical, não é a mesma
coisa. Naquela altura era actual ...
E para acabar a lista, a mais clássica de todas as séries, e que marcou mais
gente numa só geração: O Verão Azul.
Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a
morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira.
Quem, meu Deus, não sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer
nada.
Em conversa com o irmão mais novo de um amigo, cheguei a uma triste
conclusão. A juventude de hoje, na faixa que vai até aos 20 anos, está
perdida. E está perdida porque não conhece os grandes
valores que orientaram os que hoje rondam os trinta.
O grande choque, entre outros nessa conversa, foi quando lhe falei no Tom
Sawyer. "Quem? " , perguntou ele. Quem?! Ele não sabe quem é o Tom Sawyer!
Meu Deus... Como é que ele consegue viver com ele mesmo?
A própria música: " Tu que andas sempre descalço, Tom Sawyer, junto ao rio a
passear, Tom Sawyer, mil amigos deixarás, aqui e além... " era para ele como
o hino senegalês cantado em mandarim.
Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não
conhece outros ícones da juventude de outrora.
O D'Artacão, esse herói canídeo, que estava apaixonado por uma caniche;
Sebastien et le Soleil, combatendo os terríveis Olmecs;
Galáctica, que acalentava os sonhos dos jovens, com as suas naves
triangulares;
O Automan, com o seu Lamborghini que dava curvas a noventa graus;
O mítico Homem da Atlântida, com o Patrick Duffy e as suas membranas no meio
dos dedos;
A Super-Mulher, heroína que nos prendia à televisão só para a ver mudar de
roupa (era às voltas, lembram-se?);
O Barco do Amor, que apesar de agora reposto na Sic Radical, não é a mesma
coisa. Naquela altura era actual ...
E para acabar a lista, a mais clássica de todas as séries, e que marcou mais
gente numa só geração: O Verão Azul.
Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a
morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira.
Quem, meu Deus, não sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer
nada.
Já não acho muito bem...!!!!!
Ministro das Finanças substitui Paulo Moita Macedo por entender que a remuneração é excessiva, que não tem perfil e que o recrutamento não foi feito com a transparência desejada... - Acho que não deveria ser Bagão Félix a substituir Paulo Moita Macedo, deveria ser nomeada outra pessoa.
Acho muito bem!!!!
Segundo notícia avançada na edição desta terça-feira do Jornal de Negócios, o ex-ministro da Solidariedade e Segurança Social considera que Paulo Moita Macedo possui um vencimento excessivo, que o seu processo de recrutamento não foi feito com a transparência desejada e que não tem perfil para o lugar, pois «gera antipatias».
Bagão Félix terá, de resto, comunicado antecipadamente à sua antecessora a decisão de demitir Paulo Moita Macedo, menos de um mês depois de ter sido empossado.
Bagão Félix terá, de resto, comunicado antecipadamente à sua antecessora a decisão de demitir Paulo Moita Macedo, menos de um mês depois de ter sido empossado.